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O FUTURO DO VAREJO

Qual você acredita que é o futuro do varejo brasileiro? Se você ainda acredita que ficaremos discutindo ecommerce versus loja física talvez seja melhor repensar o que você acredita como futuro.

Em janeiro do ano passado o Rony Meisler escreveu um artigo que considero genial. Se chama “A morte do ecommerce” e acredito que todo mundo que trabalha com varejo deveria ler esse artigo no mínimo para refletir. Acho ele excelente, pois foge dos padrões comuns de futurismo. Imagina o futuro do varejo de maneira desruptiva, claro, mas considerando o presente como o caminho para o futuro.

Talvez, contudo, o Rony tenha errado no seu texto. O “erro” não é em conteúdo, mas em tempo. Em janeiro do ano passado o site Insider Trands postou uma lista com as 50 retailtechs (sartups focadas em tecnologia para o varejo) mais quentes do mundo. Lendo essa lista podemos encontrar muitas das tendências que o Rony apresentava no seu texto já sendo colocadas na prática no mundo atual.

Destacamos aqui 3 dos assuntos abordados pelas startups que mais chamam atenção. Confere aí:

– Experiência

O mundo digital é excelente em melhorar a experiência do mundo físico e as empresas estão percebendo isso. Enquanto experiências 100% digitais não costumam ser boas, a experiência física pode melhorar muito com as ferramentas corretas. Um ótimo exemplo disso é a startup americana Outernets que consegue criar experiência de marca do lado de fora da loja, trazendo interação na vitrine.

– Checkout

Não podemos falar de varejo (e muito menos de inovação em varejo) sem falar de Amazon. A gigante americana foi para a loja física e, como era de se esperar, esse movimento não é simplesmente uma migração de canais. A loja AmazonGo oferece uma experiência com a menor fricção possível oferecendo ao consumidor a opção de não fazer checkout. De carona com o conceito, a startup americana AiFi faz o pagamento automático similar ao da Amazon, entquanto a IMAGR da Nova Zelândia foi um pouco mais longe e oferece a opção de fazer o pagamento através do carrinho de compras.

– Transparência

Talvez um dos pontos mais importantes no mercado de moda, transparência já foi abordada aqui em outro post. Permitir que os clientes saibam a origem dos produtos e possam confiar não só na qualidade, mas em questões ambientais e sociais se tornou uma necessidade para as empresas de moda. Nessa pegada a BrightLabel oferece como produto trazer transparência nas cadeias das indústrias de varejo. Além da questão ambiental e social, poder autenticar marcas (principalmente as de luxo) também é uma questão de transparência e a americana Entrupy ataca diretamente essa demanda.

E pra você, qual a principal inovação que as empresas estão trazendo? Comenta aí ou manda um email e vamos conversar sobre.

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